A criação de uma "parceria estratégica" entre o Estado e as instituições sociais, incluindo acordos de cooperação, é debatida hoje numa reunião entre o ministro da Solidariedade, Pedro Mota Soares, e os responsáveis das três confederações do setor.

A reunião, marcada a pedido do Governo, vai juntar em Lisboa, a partir das 10:30, o ministro da Solidariedade e Segurança Social e os responsáveis da União das Misericórdias, da União das Mutualidades e da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS).

Além dos protocolos de colaboração entre o Estado e as instituições da área social, vai também ser analisada a necessidade de aproveitamento de fundos comunitários para o setor.

Fonte da União das Misericórdias adiantou hoje à Lusa que na reunião vai ser analisada uma proposta de protocolo de colaboração para este ano e para 2012 entre o Estado e o setor social.

O protocolo, segundo a mesma fonte, prevê anualmente os apoios do Estado ao setor social, responsável por áreas como lares de idosos, jardins-de-infância, deficiência, crianças em risco e apoio domiciliário.

Fonte do gabinete do ministro adiantou hoje à agência Lusa que o encontro pretende debater os desafios que enfrenta a economia social, defendendo a tutela a necessidade de criação de uma "parceria estratégica" com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).

O ministro da Solidariedade e Segurança Social já afirmou que as IPSS são dinamizadoras da economia, lembrando os muitos empregos que são criados numa altura de crise.

As IPSS, segundo Pedro Mota Soares, "são essenciais e mesmo numa altura de crise são capazes de gerar postos de trabalho. São dinamizadoras da economia e o estímulo da economia social é muito importante".

09 de dezembro de 2011

@Lusa

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