Entre 2010 e 2013 registou-se uma quebra de 24% no volume de negócios do setor e aumentou para 57% a quota de farmácias nos escalões de vendas inferiores (até 1 milhão de euros), relata o estudo de Avelino Azevedo Antão, da Universidade de Aveiro.

O setor das farmácias conseguiu em 2013 sair do vermelho, mas com resultados líquidos marginais e à custa de ajustamentos nos salários e no número de colaboradores. Num só ano, as farmácias perderam 682 trabalhadores, com a média de colaboradores por farmácia a descer para seis.

Esta redução de custos permitiu à farmácia média passar de resultados negativos para ganhos em 2013, mas de apenas 73 cêntimos por cada 100 euros de vendas. Sem ajustes no pessoal, o resultado seria negativo.

Aliás, 567 farmácias distribuídas por todos os escalões apresentaram resultado antes de imposto negativo, correspondendo a 19% do total.

As farmácias, desde 2010, perderam 82% do seu rendimento líquido. Em 2010 representava 3,1% do volume de negócios (€ 40.721) e em 2013 caiu para 0,7% (€ 7.271).

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