Uma equipa de investigação da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos da América, desenvolveu uma tecnologia inovadora que poderá vir a revolucionar os tradicionais implantes dentários. O sistema permite condicionar a trajetória das células  estaminais, que são responsáveis pela criação de vários tecidos do organismo, segundo um molde tridimensional que, por sua vez, está associado a um fator de crescimento, uma molécula que potencia o desenvolvimento celular.

Esta estrutura é então colocada no espaço livre do maxilar onde falta um dente e, em nove semanas, forma-se um dente novo. Esta nova técnica, mais simples e, por ventura, mais acessível que a colocação de implantes, permite que se criem dentes artificiais anatomicamente corretos (adaptados à estrutura da boca do paciente) que se desenvolverão na cavidade bucal. Uma inovação que abre novas perspetivas de correção dentária para pessoas que necessitam de recorrer a implantes para solucionar problemas bucais.

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