"Podemos dizer agora que tem funcionado, que conseguimos passar de um crescimento dinâmico a um crescimento linear, as taxas de infeção diminuíram de maneira significativa", destacouu Spahn numa conferência de imprensa, durante a qual explicou que a Alemanha testou até o momento 1,7 milhões de pessoas.

Durante a entrevista, Spahn informou que as empresas alemãs produzirão 50 milhões de máscaras por semana a partir de agosto, incluindo 10 milhões do tipo FFP2, que apresentam uma proteção maior contra o coronavírus.

"Assinamos contratos com 50 empresas que desejam produzir 10 milhões de máscaras FFP2 e 40 milhões de máscaras cirúrgicas a partir de agosto", declarou o ministro.

A pandemia já provocou 138.135 infeções e 4.093 mortos na Alemanha, segundo dados oficiais.

A nível global, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infetou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

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