A Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, uma unidade do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC), só tem médicos anestesistas disponíveis para assegurar o serviço de urgência durante cinco dias do mês de agosto.

Segundo uma notícia publicada hoje pelo jornal Público, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) foi informada do problema na segunda-feira, numa reunião com os diretores clínicos de quatro unidades da zona da Grande Lisboa onde existe falta de recursos humanos: Maternidade Alfredo da Costa, Hospital de Santa Maria, Hospital de S. Francisco Xavier e Hospital Prof. Fernando Fonseca (Amadora-Sintra).

De acordo com o Público, as equipas de urgência da MAC são constituídas por seis obstetras e dois anestesistas, dois a três neonatologistas e equipa de enfermagem.

"Perante os dados que estavam disponíveis até à hora da reunião com a ARSLVT, chegou-se à conclusão que, perante os mapas de férias, só era possível garantir equipas completas para cinco dias dos 31 que compõem o mês de agosto", lê-se na notícia.

O jornal escreve que a direção da maternidade e o CHULC está a tentar preencher mais dias de escalas para as urgências de obstetrícia recorrendo a médicos tarefeiros.

A Ordem dos Médicos (OM) procura uma solução para a crise que se avizinha nas maternidades de Lisboa nos meses de férias.

O fecho rotativo é uma hipótese em cima da mesa, mas não desejado pelos médicos.

Segundo o Jornal de Notícias, o bastonário da OM Miguel Guimarães propõe que o Estado pague aos médicos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) o mesmo que auferem no privado, ou seja, uma média de 50 euros por hora.

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