"A unidade tem 25 anos" e estas "foram as primeiras obras" de que beneficiou, apesar de "alguns equipamentos terem sido substituídos ao longo do tempo", disse hoje à agência Lusa a presidente do conselho de administração do HESE, Filomena Mendes.

A responsável falava à margem de uma visita à UCI do hospital alentejano e após uma cerimónia de inauguração da requalificação, as quais contaram com a presença do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos.

Segundo divulgou a unidade hospitalar, a intervenção custou 282 mil euros e foi cofinanciada em 85% pelo programa operacional regional Alentejo 2020, no âmbito do projeto ReMoTe - Requalificação e Modernização Tecnológica do HESE.

Filomena Mendes indicou que a requalificação e ampliação da UCI, cuja empreitada se prolongou durante nove meses, permitiu "criar melhores condições de acesso para os doentes e também de melhores condições de trabalho para os profissionais".

Além disso, sublinhou, vai possibilitar que o HESE proponha ao "Colégio da Especialidade de Medicina Intensiva que, com as novas instalações, em que já cumpre os critérios, possa voltar a ter capacidade formativa".

"Foi dada formação na UCI de Évora, mas perdemos idoneidade formativa exatamente devido às instalações", assinalou.

Segundo a presidente do conselho de administração do HESE, a requalificação da UCI integra um plano de modernização das instalações do hospital que inclui a Urgência Pediátrica e a Unidade de Hemodinâmica, cujas obras estão atualmente em curso.

O plano está assente numa candidatura ao programa comunitário Alentejo 2020 no valor de 5,6 milhões de euros e prevê que avance no próximo ano a requalificação do Serviço de Oncologia e da Urgência Geral, assim como a criação de novas camas para os cuidados intermédios, adiantou.

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