O ensaio do Farxiga "não alcançou um nível estatístico suficiente" para prevenir a mortalidade, disse o laboratório em comunicado.

Estes são os primeiros resultados de um ensaio clínico de fase 3 realizado com 1.250 pessoas, em colaboração com o Instituto Americano de Doenças Cardiovasculares Saint Luke's Mid America.

O objetivo do estudo era avaliar a eficácia do Farxiga em pacientes hospitalizados com COVID-19 e em risco de desenvolver complicações, em particular os que já têm outras patologias como hipertensão, diabetes, doenças cardíacas, ou renal.

Os resultados completos dos testes devem ser publicados em maio.

A vacina anticovid da AstraZeneca já em uso levantou muitas questões, sobretudo, no que diz respeito aos potenciais efeitos advesos, como coágulos sanguíneos.

Alguns países pararam de usá-la, enquanto outros estabeleceram limites de idade. No Reino Unido, por exemplo, onde mais de 20 milhões de doses foram administradas até agora, ela foi reservada prioritariamente para pessoas acima de 30 anos.

As entregas dos pedidos de diversos países também foram afetadas por problemas de produção. Na semana passada, o laboratório anunciou que entregaria com atraso metade das encomendas feitas pela União Europeia.

A AstraZeneca também está a desenvolver um tratamento com anticorpos para a COVID-19, que está nas últimas fases de testes em vários lugares do mundo.

O governo americano financiou o desenvolvimento desta droga, e o grupo deve fornecer até 700.000 doses aos Estados Unidos este ano.

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