"Estamos preocupados com a população em geral, mas sobretudo com os grupos mais vulneráveis, que podem ter mais suscetibilidade aos efeitos do calor, desinadamente as crianças, as pessoas com mais de 65 anos, os doentes crónicos e quem desenvolve atividade no exterior, sejam estas profissionais ou de lazer", disse à Lusa Andreia Silva, diretora do serviço de prevenção da doença e promoção da saúde da DGS.

A especialista explicou ainda que este alerta serve sobretudo para a população de risco, mas também para a população em geral, tendo em conta a subida brusca das temperaturas, a manutenção durante alguns dias do tempo muito quente e ao facto de as temperaturas mínimas se manterem igualmente elevadas, levando às chamadas "noites tropicais", o que não permite o arrefecimento natural das casas.

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"Devemos estar atentos a nós, mas também aos que nos rodeiam, a quem sabemos que pode ter mais suscetibilidade aos efeitos do calor, a idosos que vivam isolados, familiares ou vizinhos que sabemos estar dentro deste grupo de risco", acrescentou.

A DGS aconselha a população a manter o corpo fresco e hidratado, usar roupas largas, procurar sombras e locais frescos ou climatizados com recurso a ar condicionado, usar protetor solar, óculos de sol e chapéus de aba larga.
O tempo quente e seco estará de regresso no fim de semana, com previsão de temperaturas máximas de 39/40 graus e mínimas a rondar os 20, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Segundo o IPMA, as temperaturas mínimas vão subir no sábado e no domingo, ficando próximas dos 20 graus, podendo em algumas regiões ser superiores.

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