A suspensão de voos para Itália aconteceu pela primeira vez em 10 março, por 14 dias, e foi prorrogada por iguais períodos em 23 de março, 08 abril, 21 de abril, 06 de maio e hoje, com efeitos a partir das 00:00, de acordo com o despacho assinado na terça-feira pelos ministros da Defesa Nacional, da Administração Interna, da Saúde e pelo secretário de Estado Adjunto e das Comunicações.

“Atendendo a que a situação pandémica em Itália ainda continua a merecer cuidados excecionais, verifica-se que persistem os motivos subjacentes à suspensão em apreço, pelo que se impõe uma nova prorrogação”, diz o executivo no diploma.

O despacho admite uma nova exceção, além da dos voos das aeronaves que integram ou venham a integrar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), permitindo voos em “outros casos que não se integrem nas exceções” e que sejam “avaliados e decididos 'ad hoc', pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), sujeito ao parecer prévio da Direção-Geral da Saúde (DGS)”.

Em Portugal, a pandemia da COVID-19 infetou 29.432 pessoas, das quais 1.247 morreram devido à doença provocada pelo novo coronavírus, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (91.921) e mais casos de infeção confirmados (mais de 1,5 milhões), seguindo-se o Reino Unido (35.341 mortos, quase 249 mil casos), Itália (32.169 mortos, mais de 226 mil casos), França (28.022 mortos, mais de 180 mil casos) e Espanha (27.778 mortos, mais de 232 mil casos).

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