O número de casos de contágio aumentou para 289.140, após serem diagnosticados mais 1.387 infetados desde o dia anterior, informou também o Ministério.

No balanço de segunda-feira tinham sido registadas 55 mortes desde o dia anterior, beneficiando da ausência de óbitos na região de Londres, a mais afetada no país, Irlanda do Norte e Escócia, embora seja recorrente os números do fim de semana serem afetados pelo atraso no processo administrativo.

Na segunda-feira, o ministro da Saúde, Matt Hancock, congratulou-se com as “tendências encorajadoras” e os sinais de que “o coronavírus está em recuar” no país.

Mas estatísticas publicadas hoje mostram que 43.248 certidões de óbito em Inglaterra emitidas nas dez semanas até 29 de maio mencionavam covid-19, mais 8.843 do que os valores do Governo para o mesmo período.

Estes números incluem casos suspeitos, enquanto o Governo britânico está a contabilizar apenas as mortes de pacientes cujo diagnóstico com covid-19 foi confirmado por teste.

Segundo o analista do instituto de estatísticas britânico ONS, Nick Stripe, o número total de mortes no conjunto das regiões do Reino Unido (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte) atribuídas ao novo coronavírus ronda os 50 mil e o excesso de mortalidade está estimado em cerca de 64 mil mortes.

O excesso de mortalidade é a diferença entre a média dos últimos cinco anos e o número registado este ano durante o período da pandemia covid-19 e incluem, não só os óbitos suspeitos e confirmados de covid-19, mas também as restantes mortes que possam ter resultado da crise, como a falta de assistência médica.

Cientistas e ministros britânicos têm defendido que o excesso de mortalidade é a melhor medida do impacto geral da pandemia quando são confrontados com o facto de o Reino Unido ser atualmente o país com o segundo maior número de vítimas no mundo, atrás dos EUA.

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