De acordo com a agência France-Presse, a proposta foi aprovada na Câmara dos Representantes com 388 votos favoráveis, cinco contra e uma abstenção.

O diploma deverá ser assinado nos próximos dias pelo Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump. A proposta já tinha sido aprovada por unanimidade, na terça-feira, pelo Senado norte-americano, cuja maioria é republicana, partido de Trump.

Este pacote engloba uma verba de 320 mil milhões de dólares (mais de 296 mil milhões de euros) destinada a empréstimos para pequenas e médias empresas.

Cerca de 60 mil milhões de dólares (mais de 55 mil milhões de euros) serão alocados para apoios a setores atingidos pela crise económica, causada pela pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), nomeadamente o da agricultura.

Outros 75 mil milhões de dólares (mais de 69 mil milhões de euros) vão ser atribuídos às unidades hospitalares e 25 mil milhões de dólares (cerca de 23 mil milhões de euros) serão destinados ao reforço da triagem para o novo coronavírus.

Esta votação demorou aproximadamente uma hora e 20 minutos, uma vez que os parlamentares apenas podiam dirigir-se ao hemiciclo em pequenos grupos, para manter o distanciamento social.

A Câmara dos Representantes, de maioria democrata, também aprovou a criação de uma comissão para investigar a administração do republicano Trump por causa da gestão da crise gerada pela covid-19.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 186 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 708 mil doentes foram considerados curados.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (47.178) e mais casos de infeção confirmados (mais de 856 mil).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram, entretanto, a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.

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