24 de julho de 2013 - 09h51
O Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB), na Covilhã, anunciou hoje que obteve o estatuto de “hospital universitário”, atribuído por uma das “maiores agências de acreditação hospitalar do mundo”.
A agência que procedeu à avaliação da qualidade do hospital atribuiu a esta unidade de saúde o certificado de Centro Médico Académico, assumindo que, além da componente assistencial, o Hospital da Covilhã também congrega a investigação e ensino.
Miguel Castelo Branco, presidente do conselho de administração do CHCB, considera que o novo certificado é “o reconhecimento internacional [deste hospital] como hospital universitário, ou seja, uma unidade de saúde assistencial, de ensino e investigação, que cumpre os mais elevados padrões de qualidade exigidos”, refere em comunicado enviado à Lusa.
Este responsável acredita que o novo estatuto contribuirá para conquistar e fixar mais médicos, nomeadamente para as especialidades onde a falta de profissionais mais se faz sentir.
“As pessoas que procuram a qualidade reconhecem que um hospital acreditado é uma mais-valia para o seu percurso profissional. Por isso, ao considerarem alternativas, a acreditação torna-se, provavelmente, um fator vantajoso e decisivo”, refere.
O mesmo documento esclarece que a acreditação foi realizada pela Joint Commission International (JCI), uma comissão que controla a qualidade de hospitais em todo o mundo, exatamente a mesma entidade que em 2010 atribuiu a acreditação assistencial ao CHCB.
O CHCB explica ainda que a certificação é válida por três anos e que foi concedida duas semanas depois da última visita dos auditores da JCI, realizada no início de julho. Essa visita teve como objetivo verificar procedimentos identificados como “não conformidades” durante a primeira visita, que tinha sido realizada em fevereiro deste ano. Agora “as não conformidades já estão corrigidas”.
Esta acreditação será ainda dada a conhecer à tutela, de modo a reforçar a reivindicação para que o Governo atribua vagas de internato a consórcios formativos.
Na Beira Interior, o consórcio seria formado pelos hospitais da Guarda, Covilhã e Castelo Branco, que de forma isolada não conseguem obter idoneidade formativa em determinadas áreas (não têm especialistas em número suficiente para assegurar a formação), mas em conjunto conseguiriam dar resposta a esse critério e abrir mais vagas para médicos internistas, nomeadamente para os que estudam na Faculdade de Medicina da Covilhã.
Lusa

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