O documento, apreciado em reunião privada do executivo, teve os votos contra do PCP, a abstenção do BE e os votos favoráveis das restantes forças políticas (PS, PSD e CDS-PP), disse à Lusa fonte dos centristas.

O CDS argumenta na moção que “os serviços de saúde estão fortemente condicionados pelas medidas de contenção do SARS-CoV-2 e é de prever que existam sérias dificuldades logísticas e de alocação de recursos humanos para a administração da vacina contra a gripe aos muitos milhares de utentes que dela necessitam”.

Os centristas defendem que a rede nacional de farmácias, que “conta com mais de 2.800 estabelecimentos”, permite “oferecer com segurança e celeridade a administração de vacinas”.

“A circunstância pandémica, apesar de imprevisível e absolutamente inusitada, revelou, melhor do que qualquer estudo ou investigação, o enorme potencial que as farmácias comunitárias têm para aportar valor e eficiência ao serviço de saúde”, acrescenta o documento.

“É hoje uma evidência que as farmácias são unidades de saúde de proximidade e prestadoras de serviços que vão muito além da dispensa de medicamentos, são veículos promotores de saúde e bem-estar”, consideram os vereadores do CDS, o maior partido da oposição na Câmara de Lisboa, presidida por Fernando Medina (PS).

Segundo dados do Vacinómetro, citados na moção, em finais de outubro do ano passado vacinaram-se 573.195 portugueses com 65 ou mais anos e 133.299 com idades entre os 60 e os 64 anos.

As farmácias administraram mais de 25% das vacinas contra a gripe, mas sem qualquer comparticipação do Serviço Nacional de Sáude, refere a mesma informação.

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