Algumas grávidas, habituadas ao consumo diário de um copo de vinho, pensam que continuar a fazê-lo durante a gravidez não tem consequências para o feto, mas não é bem assim. Sílvia Roque, ginecologista e obstetra no Hospital Lusíadas Lisboa assegura que "não existe nenhuma quantidade segura de álcool a ser ingerida durante a gestação". "Portanto, não deve ser ingerido", garante.

Referindo-se aos efeitos do álcool durante a gravidez, a especialista explica que o álcool chega o feto através da placenta e permanece no organismo do feto e pode provocar aborto espontâneo, parto prematuro, problemas no neuro-desenvolvimento, restrição do crescimento e, na forma mais grave, síndrome alcoólico fetal.

Claro que os mitos sobre o tema são inúmeros, como: "Um bocadinho não tem problema nenhum" ou "beba hoje, não beba amanha" ou "um copo não faz mal".

No entanto, a médica defende que todas estas ideias não passam de mitos e nada disto está certo. "Nós não sabemos mesmo qual é a quantidade segura de álcool que deve ser ingerida durante a gestação e bebendo a grávida está a por em risco a saúde do seu bebé".

A médica Sílvia Roque reitera que a grávida não deve mesmo consumir bebidas alcoólicas durante os nove meses de gestação, mesmo em pequenas quantidades, de forma a evitar complicações para o bebé.

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