“Chegou a hora de elegermos alguns dos patrimónios mais apreciados pelos portugueses: a Gastronomia associada aos Vinhos e a Roteiros Turísticos. Vamos votar o prazer de estar à mesa e também o prazer de ir para lá, de lá chegar, de lá estar. Trata-se por isso de comer, de beber e de andar por roteiros turísticos, desfrutando do melhor que a vida tem para nos oferecer”, sublinhou Luís Segadães, presidente das “7 Maravilhas” na apresentação da iniciativa, a 21 de fevereiro, no teatro Thalia, em Lisboa.

Depois de eleitas as “Aldeias-Maravilha”, em 2017, e depois de explorados em anos anteriores diferentes patrimónios culturais, históricos e gastronómicos, as “7 Maravilhas” avançam agora para um território que cria um vínculo com o que sai da nossa terra, com a experiência associada à visita a regiões vinhateiras portuguesas e com o que é apresentado à mesa.

Entidades públicas e privadas, incluindo municípios, unidades hoteleiras, restaurantes, outros promotores dos valores da região pode candidatar-se até 7 de março nas categorias a concurso: gastronomia, vinhos e azeites e roteiros turísticos.

À margem da apresentação em Lisboa, Luís Segadães sublinhou ao Sapo Lifestyle que “vamos revisitar um património que já elegemos, a gastronomia, mas agora agregado a uma mesa completa. Estão ai, mas não têm sido vistas como algo integrado. Vamos procurar o que harmoniza com o quê. Ou seja, quando comemos um prato de uma região, que vinhos combinam, o que posso visitar”.

À sétima as “7 Maravilhas de Portugal” sentam-se à mesa com vinho, azeite e queijo
créditos: 7 Maravilhas à Mesa

“Este é um processo complexo, pois desta vez optamos por uma mesa de produtos e também de experiências. Na prática as `mesas`, como lhes chamamos, mas num conceito alargado, que inclui o melhor que uma região tem para oferecer: os seus pratos, vinhos, pão, azeite ou queijos, mas também aquilo que pode ser experienciado, como um evento, uma adega, um lagar, um museu ou um percurso pedestre”, conclui o responsável máximo das “7 Maravilhas”.

Após esta fase de candidaturas, o processo segue o percurso de anos anteriores, com a votação de um painel de especialistas na lista longa de candidaturas, de onde vai resultar uma lista de 49 pré-finalistas, sete de cada região. Todo o processo tem o acompanhamento e supervisão de um Conselho Científico e a votação é auditada pela PwC.

São estas 49 mesas pré-finalistas que vão ser votadas pelo público, para eleger as “7 Maravilhas à Mesa”.

À semelhança de anos anteriores, as galas onde vão ser eleitas as “7 Maravilhas à Mesa” vão ser apresentadas pela dupla Catarina Furtado e José Carlos Malato e transmitidas em direto na RTP1, aos domingos, em horário nobre, de 22 de julho a 9 de setembro. A grande final é transmitida a 16 de setembro.

“Era inevitável que as ´7 Maravilhas´ acabassem por entrar no território dos vinhos, que são fator diferenciador incontornável na promoção de Portugal além-fronteiras, e regressar ao universo da gastronomia, que já elegemos em 2011 e que agora abre todo um novo leque de oportunidades de promoção ao ser aliado aos vinhos e aos roteiros e experiências que tornam a nossa mesa única no mundo”, acrescentou Luis Segadães.

Este é um projeto com o Alto Patrocínio do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, da Secretaria de Estado do Turismo, e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, desenvolvido em parceria com a Associação de Municípios Portugueses do Vinho.

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