"O que queremos é fazer com que haja preços baixos na ação social" e que estes sejam iguais em qualquer instituição do ensino superior, disse à agência Lusa o presidente da AAC, Bruno Matias, sublinhando que é necessário "combater as desigualdades" criadas pelo sistema.

Desta forma, a AAC propõe que os preços pagos nas cantinas, nas residências universitárias ou nos serviços de saúde prestados pelas instituições sejam "iguais em todas as regiões do país".

Também no Encontro Nacional de Direções Associativas, que se realiza no fim de semana, em Bragança, a AAC vai propor a criação "urgente" de mecanismos de acompanhamento e monitorização dos estudantes a nível nacional, para que se possam identificar situações de risco de abandono escolar, avançou Bruno Matias.

Segundo o presidente da AAC, "terá de haver uma forma de a faculdade, os serviços e outros responsáveis criarem mecanismos" para detetar e perceber o porquê do estudante já não frequentar a instituição onde estuda.

A medida poderia ser acompanhada por um "maior envolvimento dos docentes, coordenadores de curso, pessoal de apoio técnico e pares na identificação de situações de risco, por meio da formação e sensibilização para o abandono escolar", refere a nota de imprensa da AAC.

No comunicado, a associação de estudantes aproveita ainda para lançar críticas ao atual Governo, que, na sua ótica, tem "pouca ou nenhuma vontade de combater as injustiças sociais no ensino superior".

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