Os banhos seriam com lixívia e vinagre e o jantar, por vezes, apenas pão, leite e chá.

Segundo o Ministério Público (MP), os utentes passavam fome, frio e eram deixados sem cuidados médicos ou de higiene, apenas para poupar dinheiro. A defesa nega todos os crimes e pede a absolvição da arguida, escreve a Sic.

O registo do livro de ocorrências, a que o MP chama "livro de horrores", espelha dezenas de casos de alegados maus tratos.

A denúncia partiu de dentro do próprio lar, com uma funcionária a entregar na justiça fotografias e depoimentos de casos de maus tratos a pelo menos 10 idosos.

Segundo a acusação, os cuidados básicos eram mínimos e até a água era racionada. Por isso, chamou-lhe um "lar faz de conta". O lar albergava cerca de 25 idosos, cada um a pagar 1500 euros.

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