Uma gravidez saudável (sem riscos associados) é o momento ideal para iniciar ou adaptar o seu plano de treino caso já faça exercício habitualmente.

Este é um dos vários temas abordados pelo recém-publicado Guia de Gravidez e da Primeira Infância do Bebé, lançado no início deste mês pela “Mamãs Sem Dúvidas”, reforçando o apoio já dado a pais e futuros pais nos seus workshops online.

O período de gestação é, muitas das vezes, uma altura tão importante quanto decisiva para a adoção de um estilo de vida mais saudável. A atividade física, tal como a alimentação, desempenham um papel essencial, devendo por isso fazer parte dessa mudança de hábitos e passar a integrar a rotina da mulher (caso não estejamos a falar de gravidezes de risco que impliquem repouso absoluto).

“A prática de exercício físico é benéfica em qualquer fase da vida. Como tal, a gravidez não seria exceção. Se for feito com o acompanhamento de um profissional com especialização na área, a atividade física ajuda a prevenir a dor e está associada a um bem-estar geral da mãe e do bebé”, afirma Vânia Costa, especialista em exercício físico.

Deixamos-lhe assim oito bons motivos para se “mexer” durante a gravidez:

1. A prática de exercício físico regular apresenta variados efeitos benéficos protetores da saúde mental e emocional da mulher durante e após a gravidez e uma fonte natural de energia;

2. Estimula a formação óssea e combate a osteoporose;

3. Liberta endorfinas, que melhoram o seu ânimo e bem-estar;

4. Previne a perda de massa muscular e aumenta o tónus muscular (essencial na gravidez para ajudar a combater as dores nas costas e a tensão nos ombros devido ao aumento de peso e do volume da barriga);

5. Ajuda a controlar a ansiedade e instabilidade provocadas pelas alterações hormonais, se a atividade física for complementada com exercícios de relaxamento e meditação;

6. Promove o fornecimento de oxigénio, benéfico para o funcionamento do coração, dos pulmões, do sistema cardiovascular e não só;

7. Simplifica a recuperação pós-parto;

8. Melhora a postura;

“A prescrição de treino nesta fase não difere da que é recomendada à população em geral. Mas é preciso conhecer, respeitar e adequar as diversas alterações fisiológicas e biomecânicas que ocorrem nesta fase e idealmente falar sempre com o profissional de saúde que acompanha a grávida.”, alerta Vânia Costa.

Durante o treino a futura mãe deve estar sempre atenta a alguns sinais, como a dor abdominal, o inchaço súbito das mãos, dos pés ou da cara, tonturas ou respiração irregular. Nesses casos, o exercício deve ser suspenso de imediato.

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