Filomena Cautela tem novidades para dar aos fãs! A apresentadora está neste momento a preparar o regresso do programa '5 Para a Meia Noite', cuja estreia irá acontecer a 9 de janeiro. Segundo a própria, em declarações dadas esta quarta-feira, dia 18, num evento da RTP, esta era uma das "bombas" que tinha para contar. A outra refere-se aos dois convidados que irá receber, acerca dos quais não forneceu pormenores.

Falando do '5', Cautela referiu a importância que este formato tem na sua visão: "Acho que esse espaço na televisão é muito necessário. Não queremos fazer ninguém chorar do outro lado, não queremos forçar nada, não queremos parecer nada, ser intelectuais de coisa nenhuma, queremos trazer pessoas interessantes e mostrar que às vezes parece que conhecemos algumas pessoas e não conhecemos de todo e trazer outras que ninguém conhece e que devia conhecer".

Filomena revelou que o programa irá contar com novas rubricas, mas que manterá alguns espaços que se tornavam tendência online, a pedido dos próprios telespetadores. "Tudo o que a malta não queria perder vai voltar mas com um upgrade. A Inês Lopes Gonçalves obviamente está connosco e tem muitas maluqueiras para trazer. Vamos ter novos repórteres e mais criadores de conteúdos dentro do programa", informou.

Fazer aquele programa foi fazer bolos de casamento sem ovos, farinha, sem nada. Devo tudo à equipa Entretanto, fez ainda uma homenagem à equipa de produção que a acompanhou ao longo dos últimos dois anos: "Há uma necessidade que o '5' cresça. Havia muitas coisas que gostávamos de fazer e que não tínhamos estrutura e agora acho que demos provas que também temos direito a 'brincarmos maior'. As pessoas que fizeram o '5 Para a Meia Noite' durante dois anos são gigantes na televisão. Fazer aquele programa foi fazer bolos de casamento sem ovos, farinha, sem nada. Devo tudo à equipa".

Questionada pelo Fama ao Minuto sobre se a atual guerra entre a SIC e a TVI lhe trazia uma pressão acrescida ou se pelo contrário poderia abrir uma janela de oportunidade, Filomena revelou-se objetiva na sua resposta.

Acho que a RTP tem o dever de ser o canal que não passa aquilo que os outros fazem "Tenho uma sorte descomunal que é a seguinte: podemos preocupar-nos com as audiências, obviamente que ter números é muito importante, mas não é pelo número em si, é pela quantidade de pessoas, porque a RTP é a televisão das pessoas, dos portugueses. Acho que a RTP tem o dever de ser o canal que não passa aquilo que os outros fazem. Já percebemos que a SIC e a TVI estão numa guerra muito grande, mas que também estão quase a jogar com as mesmas armas. Às vezes têm a obrigação de fazer formatos que sabem que vão puxar a lágrima, etc. Na RTP temos a liberdade para não dar aquilo que as pessoas à partida quereriam normalmente, mas aquilo que podem querer. Tornamos o público cada vez mais exigente".

Contudo, Filomena não deixou de ver o 'outro lado da moeda': "[Por outro lado] é bom ter as pessoas a querer fazer melhor e, honestamente, a SIC e a TVI têm estado a fazer um trabalho excelente. Acho que os três canais de televisão generalistas devem ter uma perceção de companheirismo e a obrigação de fazerem boa televisão".

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