Novas revelações relativamente aos últimos tempos de vida de Robin Williams foram feitas numa biografia recentemente lançada por Dave Itzkoff, intitulada ‘Robin’. Na mesma garante-se que o ator estava a lutar contra uma doença a nível cerebral que não foi imediatamente diagnosticada, que lhe causava sintomas bizarros e que, em última instância, levou a estrela a suicidar-se.

O livro refere que, inicialmente, Robin foi diagnosticado com a doença de Parkinson, mas que o seu comportamento não era característico do problema. Aliás, algumas pessoas chegaram a pensar que a estrela tinha problemas relacionados com álcool e drogas.

Entretanto, o artista terá sido visto por um neuropatologista, que concluiu que o ator sofria de demência com corpos de Lewy. Este é o segundo tipo mais comum de demência depois do Alzheimer e afeta o pensamento, memória, emoções e movimentos do corpo.

Consta que Williams chorava compulsivamente quando se esquecia das suas falas. As gravações do filme ‘Night at the Museum: Secret of the Tomb’ representaram o pior dos momentos.

“Ele chorava nos meus braços no final de cada dia. Era horrível. Horrível”, descreveu uma maquilhadora que trabalhava com Robin. “Sou maquilhadora. Não tenho a capacidade de lidar com o que estava a acontecer com ele”, lamenta.

Quando foi sugerido que o ator regressasse à comédia, Williams não conseguiu aceitar: “Ele apenas chorou e disse, ‘não posso, Cheri. Não sei nada. Não sei como ser engraçado’”, disse na altura.

Depois do insucesso do programa ‘The Crazy Ones’, em 2013, a saúde do ator piorou. Perdeu peso, a sua voz ficou trémula e parou.

Robin Williams tirou a sua própria vida a 11 e agosto de 2014.

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