Afastada dos familiares por causa de traumas do passado, Maria Carey abriu o seu coração para falar abertamente sobre a relação que tinha com os irmãos mais velhos, especialmente com Allison.

Num excerto do novo livro, 'The Meaning of Mariah Carey', a cantora, de 50 anos, revela: "Quando tinha 12 anos, a minha irmã drogou-me com valium, ofereceu-me uma unha cheia de cocaína, deixou-me com queimaduras de terceiro grau e tentou vender-me a um chulo".

Uma passagem da obra que foi destacada durante a conversa da artista com Oprah Winfrey, em 'The Oprah Conversation', onde a apresentadora perguntou à cantora o que esta acha que levou os irmãos a terem tal comportamento para consigo.

"Nós nem nos conhecemos de verdade. Não crescemos juntos. Eles [os irmãos] já andavam nas viagens deles quando eu nasci. Já tinham os seus traumas. É a minha opinião. Mas, volto a dizer, eu não estive lá. Fui lançada a este mundo e sentia-me uma estranha na minha própria família", disse.

"[Os meus irmãos] acabaram por crescer com a experiência de viver com um pai negro e uma mãe branca, enquanto família, e eu vivi maioritariamente com a minha mãe, o que eles consideraram mais fácil, mas na realidade não foi", desabafou.

Mariah acrescentou que os irmãos "pensaram sempre que a sua vida era fácil" e "também procuraram sempre um esquema para enriquecerem rápido".

Durante a conversa com Winfrey, a cantora - que é mãe de duas crianças (os gémeos Moroccan e Monroe, de nove anos, fruto do casamento terminado com Nick Cannon) - explicou que a relação com a mãe continua tensa.

"Acho que é realmente um trabalho difícil ser mãe... tento tornar a vida dos meus filhos incrível, mas todos cometemos erros", afirmou.

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