‘Diana’, o documentário que fala sobre a morte da princesa Diana, estreou esta quinta-feira, dia 31, na RTP. Vinte anos após a morte da princesa do povo, os seus filhos, William e Harry, assim como alguns familiares, amigos, jornalistas e figuras políticas, partilharam o seu testemunho sobre esta fase que marcou a casa real britânica.

Durante a entrevista exclusiva, os príncipes de Gales recordaram o dia em que perderam um dos pilares das suas vidas, a mãe. Um momento que foi acompanhado de perto por milhares de pessoas, que fizeram questão de presenciar o último adeus.

Um “ambiente estranhíssimo” onde muitas das pessoas não se conseguiam “controlar”. Entre mais de 100 mil ramos de flores, pessoas que queriam “agarrar” e “abraçar” os filhos da princesa do povo, os “desmaios” e o “descontrolo” da população, são muitas as memórias que ficam gravadas para sempre na vida de William e Harry.

“Aquilo foi muito estranho, mas também comovente. Foi ver toda a gente a chorar. As pessoas choravam e gritavam, queriam tocar-nos e tudo. Eu tinha 15 anos e o Harry 12”, lembrou William.

"Não censuro ninguém, claro, mas foram momentos que... não sei, foram chocantes", recordou Harry.

Em frente a todas as pessoas os príncipes tentaram 'manter-se fortes', não choraram, mas fora dos olhares do públicos viviam a sua dor.

“Em privado, tentávamos só recuperar e sobreviver à situação”, continuou William.

Diana morreu aos 36 anos, no dia 31 de agosto de 1997, após um acidente de carro, em Paris, onde seguia com o seu namorado da altura, Dodi Al-Fayed, o segurança de Al-Fayed, Trevor Rees-Jones, e ainda o motorista, Henri Paul. O segurança foi o único sobrevivente.

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