Em pleno Dia de São Valentim, Cláudio Ramos decidiu refletir sobre o assunto mais importante: o amor. Num profundo texto publicado no seu blogue, o próprio partilha a sua perspetiva pessoal.

Eu gosto de amor. Eu gosto de andar lado a lado e amar e andar a quatro pés. Eu sou foleiro de todos os costados. Gosto do dia dos namorados, tanto como gosto do dia das uvas ou do refogado de cebola. Não gosto da data. Gosto do jogo da cumplicidade. Gosto do jogo. Ponto”, começa por referir.

Para Cláudio “o amor só faz sentido se for dividido” e acrescenta: “Não me venham com tretas. Ou se ama, ou não se ama. O amor não é uma coisa de dar jeito. O amor é o amor e ponto. E o amor faz sofrer, e faz doer, e dá alegrias e dá prazer. Mas o amor é assim. Filho da puta o amor! Cheio de traquinices e com mau feitio. Mas eu tenho mais mau feitio que o amor”, refere.

Por fim, sugere uma definição para o sentimento: “O amor tem que valer a pena. Mesmo que faça doer. Se não doer, não é amor… é outra coisa qualquer. O amor, é descalçar as nossas botas, se preciso for, para calçar as do outro e ajudá-lo a fazer o caminho”.

Leia o texto completo, aqui.

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