O BCP está a tentar cobrar mais de 1 milhão de euros a Carlos Cruz, que em tempos pediu ao banco um empréstimo para uma das suas empresas, com aval pessoal.

Uma tarefa complicada, porque a empresa CCA – Carlos Cruz Audiovisual, beneficiária do empréstimo, está tecnicamente falida e o apresentador de televisão parece não ter meios pessoais para poder saldar a dívida, pelo menos na sua totalidade.

Mesmo assim, o BCP já conseguiu, via tribunal, penhorar alguns bens de Carlos Cruz e está a tentar apoderar-se de um terreno de 800 metros quadrados que o “Sr. Televisão” comprou em Tróia há mais de vinte anos.

Em declarações ao “Correio da Manhã”, Carlos Cruz admite que não pôde pagar o empréstimo e confirma que foi “executado”.

E explica, ainda, que “o processo da dívida é discutível”, porque, nos termos de um acordo entre as partes, estava a pagar “com trabalho para o grupo BCP” – dinâmica que foi interrompida pelo processo Casa Pia.

“Razões exteriores à minha vontade”, lembra Carlos Cruz.

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