Esta quarta-feira, dia 24 de março, Ana Brito e Cunha esteve à conversa com Manuel Luís Goucha onde recordou um dos episódios mais difíceis da sua vida, nomeadamente quando sofreu um aborto às 22 semanas de gravidez.

"Eu esperei sempre o milagre, o milagre dela partir, porque tinha muito medo de ter de cuidar dela se não estivesse bem e isso é uma falta de coragem", nota a artista, referindo que hoje reconhece que nada acontece sem que haja força para o suportar.

A atriz nota que "interromper a gravidez nunca seria uma opção para si", apesar deste ser o conselho dos médicos uma vez que a Maria Flor, nome que foi dado à bebé, estava a crescer com graves deformações.

Quando percebeu que as coisas não estavam bem colocou a sua decisão nas mãos do médico. "Está na altura da interrupção, o bebé já está muito deformado, as coisas já não estão bem e já estava na semana 22", terá dito o profissional na época.

"Foi no dia a seguir que o coração parou, eu não tive de fazer a interrupção. Foi tudo natural", recorda.

"Hoje em dia é tão claro que este ser tinha de ir para o divino e que eu tinha de passar por este processo para crescer nele e ser a mãe que sou agora", defende, notando que esta passagem fez com que ela se distanciasse do companheiro da época, até que os dois se separassem definitivamente.

Veja aqui o relato da história.

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