Beyoncé é cantora, atriz e agora conteúdo académico. A 'Queen B', como é carinhosamente chamada pela legião de fãs, é das figuras públicas mais influentes no mundo. Agora, os seus ideais e pensamentos serão estudados de forma aprofundada em contexto académico.

A Universidade de Copenhaga, na Dinamarca, abriu um curso sobre a vida da cantora que pretende estudar os ideais feministas de mulheres negras.

O “Beyoncé, Género e Raça”, inserido no Departamento de Artes e Estudos Culturais, já conta com 75 alunos inscritos - facto que surpreendeu a instituição, que não esperava mais de 30 inscrições.

O diretor do curso, Erki Steinskog, disse, em entrevista à BBC, que as aulas vão consistir na análise de vídeos e letras de músicas da artista.

“O feminismo negro pode representar uma alternativa ao feminismo branco e europeu, além de apresentar novas formas de pensamento”, explicou o professor.

“A Beyoncé é importante para compreender o mundo em que vivemos. Ela é uma das maiores artistas pop, o que a torna um elemento importante na análise dos tempos contemporâneos”, remata.

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