“Estamos a estudar a possibilidade de haver reforços nos capitais dos hospitais que se encontram em falência técnica”, afirmou Paulo Macedo, no Porto, à margem da cerimónia oficial de abertura do ano letivo do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS).

Paulo Macedo especificou que este aumento de capital ocorrerá “no horizonte de 2015”.

Questionado se este é o Orçamento do Estado (OE) para 2015 que desejava, o ministro referiu que não, mas que "é um orçamento que tem uma diferenciação positiva para a saúde”.

“Aumentam as transferências para a saúde, [o OE2015] tem um congelamento ou diminuição das taxas moderadoras, invertendo um ciclo que vinha a acontecer, tem novas fontes de financiamento formalizadas de outras áreas, quer através de seguradoras quer através da indústria farmacêutica”, disse.

Sobre a diminuição em cinco cêntimos nas taxas moderadoras, Paulo Macedo considerou ser “um excelente exemplo quando se fala na inversão de um ciclo” que “é tão minimizada quando desce e tão valorizada, como aconteceu todos estes anos, quando aumentaram, e exatamente os mesmos cinco cêntimos”.

“Os portugueses ficam satisfeitos em haver uma inversão nesta tendência e em não haver, sobretudo, um aumento”, disse, acrescentando que “não é através das taxas moderadoras que se fará o financiamento da saúde”.

O ministro referiu ainda não ter queixas do Ministério das Finanças, considerando que “tem tido uma postura relativamente ao financiamento dos hospitais que os próprios hospitais reconhecem”.

Paulo Macedo afirmou que, com o OE2015, “os portugueses podem esperar um Serviço Nacional de Saúde (SNS) que vai continuar a dar resposta”.

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.