A fantasia de fazer sexo num carro em andamento conduzido por um motorista, que muitos casais insistiam em pôr em prática nos últimos meses, levou a empresa de transportes internacional Uber, a operar em Portugal, a emitir um comunicado em que apresenta uma série de regras de conduta que também condenam o envolvimento entre motoristas e clientes, outra das práticas comuns.

Não vomitar, não transportar armas, não ser mal-educado, não fazer uso de violência e não flirtar com o condutor. Estas são algumas das recomendações que a companhia incluiu na «Golden Rule», o documento apresentado no dia 8 de dezembro de 2016, no seguimento de uma série de queixas. «A Uber não tem uma regra para o sexo», avança a imprensa internacional.

«É suposto não haver uma conduta sexual entre os motoristas e os passageiros», citam também vários sites. «Não faça sexo no banco de trás de um Uber», apela o da revista Esquire. «Lembre-se que é o carro pessoal de uma pessoa», pode ainda ler-se. O apelo surge no seguimento de uma série de notícias que dão conta de situações de assédio sexual e de violações nos carros usados pelos condutores que têm contrato com a empresa.

Crimes que motivaram queixas e reclamações em várias regiões dos Estados Unidos da América. «Não toque noutras pessoas nem as seduza quando andar nos nossos carros», pede a companhia. «Queremos que as mulheres se sintam 100% seguras durante todo o trajeto que realizarem connosco», acrescenta fonte da Uber.

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