“A luz que nos ilumina – superar tempos de incerteza”, de Michelle Obama

Michelle Obama oferece aos seus leitores uma série de reflexões e histórias inéditas sobre mudanças, desafios e poder, incluindo a sua convicção de que, quando nos iluminamos para o nosso semelhante, potenciamos a prosperidade do mundo à nossa volta, desvendando sentidos mais profundos e novos caminhos em direção ao progresso. Baseando-se na sua experiência enquanto mãe, filha, esposa, amiga e primeira-dama, partilha os hábitos e princípios que lhe permitiram adaptar-se à mudança e superar inúmeros obstáculos — a mesma sabedoria que continua a ajudá-la a construir a história. Descreve as suas preciosas técnicas, como “ser gentil”, “aspirar ao topo” e preparar uma “mesa de refeições” composta por amigos sinceros e mentores. Com o humor, a honestidade e a compaixão que lhe são característicos, explora ainda questões relacionadas com a raça, o género e a visibilidade, encorajando o leitor a encontrar forças na sua comunidade e a viver sem medo.

“A luz que nos ilumina – superar tempos de incerteza” (editora Objetiva), de Michelle Obama, tem o preço de 22,95 euros.

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Objetiva

“Uma paixão simples”

De um lado, uma mulher culta, independente, divorciada e já com filhos adultos. Do outro, um homem casado, estrangeiro, mais jovem, por quem ela perde completamente a cabeça. E por quem espera, dia após dia. Se o tema parece trivial, não o é, de todo, o modo como os dois anos que dura esta “paixão simples” são contados: no seu estilo frontal, acutilante, despido de vergonhas e julgamentos, a galardoada com o Prémio Nobel da Literatura, Annie Ernaux desfoca a linha ténue entre ficção e autobiografia e põe na voz da narradora as confidências da história de uma relação que toma conta de tudo, que extasia e rebaixa, fonte da maior felicidade e da mais dolorosa solidão. Viver algo assim será, talvez, o maior privilégio da existência.

“Uma paixão simples” (edição Livros do Brasil), de Annie Ernaux, tem o preço de 13,3 euros.

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Livros do Brasil

“A felicidade no fim do mundo”

Quase 20 anos depois do primeiro livro, Gonçalo Cadilhe, apresenta aos leitores portugueses o seu novo projeto literário. “A felicidade no fim do mundo” marca a estreia do autor num novo registo, a narrativa ficcional que conta com a colaboração do filho, António Cadilhe.

Tendo como protagonistas um avô e um neto, o livro narra uma história de viagens repleta de aventuras, ternura e fantasia, com um final apoteótico. De Portugal até à Austrália, passando por locais tão belos e exóticos como Veneza, as cataratas de Vitória, o Grand Canyon, Nova Iorque ou a ilha de Páscoa, o Rafa, na companhia do seu cão e do avô, vive aventuras extraordinárias e percebe o que realmente significa ser um viajante.

“A viagem que o Rafa estava a planear misturava cidades modernas, ruínas antigas, paisagens maravilhosas dispersas por vários países e ilhas de sonho situadas em diferentes oceanos. Resultava de histórias que lera, filmes que vira, conversas entre os pais que ele presenciara e de outros interesses. Não ia fazer uma qualquer viagem, preparava-se para conhecer o que mais lhe interessava do mundo. Nos próximos meses, o Rafa ia compreender a grande diferença entre ser apenas um turista ou um genuíno viajante: o turista vai a qualquer lado que lhe digam para ir; o viajante vai para onde os seus sonhos lhe indicarem o caminho”, lemos no novo livro de Gonçalo Cadilhe.

“A felicidade no fim do mundo” (Clube do Autor), de Gonçalo Cadilhe, tem o preço de 15 euros.

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Clube do Autor

“A guerra que fundou o Império Romano”

O novo livro de Barry Strauss, especialista em história militar da Antiguidade e professor na Universidade Cornell, segue-se aos dois volumes de “Dez Césares” que já tem publicados em Portugal.

Segundo o “The Wall Street Journal”, este é “um relato esplêndido de uma das guerras mais importantes e pouco conhecidas da história, cujo resultado determinou o futuro do Império Romano”.

Neste livro é-nos contada a história das intrigas, batalhas e manobras que marcariam a passagem da sociedade romana a um regime imperial. Uma narrativa cujos protagonistas são alguns dos personagens mais poderosos da Antiguidade e das origens do Império Romano: Marco António, Cleópatra e Octaviano, o futuro César Augusto.

“O jovem Octaviano teve muitos mentores no desenvolvimento da arte da astúcia: a mãe, que conseguira, através da argumentação, escapar para um esconderijo com as Virgens Vestais quando o Senado a quisera tomar como refém; a irmã, Octávia, que poderá ter influenciado a surpreendente conversão do primeiro marido, o qual passara de forte inimigo da sua família a dócil amigo; o padrasto, um ex-cônsul que sobrevivera a uma guerra civil sem tomar partidos; a bisavó e a avó, que juntas haviam fornecido em tribunal provas pormenorizadas do adultério de uma parente por afinidade, evitando assim que o chefe da família, César, tivesse de sujar as mãos em público para obter um divórcio; e, por último, mas não menos importante, o próprio Júlio César, um dos maiores mestres do engano da história. Uma hora aos pés de César valia mais do que um semestre de palestras de um professor. E Octaviano passara ali muitas horas”, podemos ler em “A guerra que fundou o Império Romano”.

“A guerra que fundou o Império Romano” (Bertrand Editora), de Barry Strauss, tem o preço de 19,9 euros.

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Bertrand Editora

“A era da incerteza”

Há cem anos, um grupo de grandes físicos revolucionou para sempre a nossa visão do mundo. Em 1900, uma nova letra aparece numa fórmula física. Max Planck precisa desse pequeno “h” para que a fórmula funcione. O que começa como um truque matemático torna-se o catalisador da revolução quântica na Física, e partir daí tudo mudou.

Neste livro, o jornalista e matemático Tobias Hürter narra as convulsões históricas do século XX, o conjunto de avanços científicos e a galeria extraordinária dos seus protagonistas, como Marie Curie, Werner Heisenberg, Max Planck, Albert Einstein, entre outros. O autor entrelaça as manias, carreiras, amores, crenças, amizades e conflitos dos grandes nomes da Física com o curso da História. Cada capítulo retrata uma descoberta científica ou episódio marcante, acompanhado de fotos a preto e branco dos respetivos cientistas, estando o livro organizado cronologicamente.

“A era da incerteza” (edição Crítica), de Tobias Hürter, tem o preço de 19,9 euros.

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Crítica

“Filhas de Esparta”

Romance de estreia muito aplaudido pela crítica, de Claire Heywood, estudiosa da Civilização Clássica. O livro dá voz às princesas de Esparta, as irmãs Helena e Clitemnestra, que relatam na primeira pessoa, em capítulos alternados, a sua versão sobre a queda da civilização grega e o cerco de Troia.

Separadas à nascença e casadas com dois lendários reis, Agamémnon e Menelau, nunca mais se encontram, sendo esperado que vivam submissas e silenciosas. Nesta ficção, Helena de Tróia e a sua irmã Clitemnestra são reimaginadas numa releitura do mito grego clássico. Mostram-se não como mulheres definidas pelos seus maridos e amantes, mas como sobreviventes que, cansadas de uma guerra patriarcal, decidem traçar os seus próprios destinos.

“Filhas de Esparta” (Edição Planeta dos Livros), de Claire Heywood, tem o preço de 19,5 euros.

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Planeta dos Livros

“Billy Summers”

Billy é um assassino contratado com uma missão: matar apenas os maus, eliminar os realmente perversos. No fundo, repor alguma ordem num mundo repleto de injustiças. Billy decide aceitar um último trabalho antes de se retirar desta profissão. Instala-se numa pequena cidade, sob o disfarce de um escritor em bloqueio criativo, enquanto espera pelo seu alvo. Billy tem tudo planeado e sob controlo para executar a missão e desaparecer sem rasto depois do crime. O protagonista do livro de Stephen King é, aparentemente, um homem normal, alguém que poderíamos conhecer. Contudo, Billy, talvez mais do que todas as pessoas, tem demónios que o atormentam e exigem atenção. E, no final de contas, é um homem com uma arma.

Este último trabalho revela-se mais complexo do que o planeado e Billy dá por si numa perseguição que terá de levar até às últimas consequências.

Billy Summers (Bertrand Editora), de Stephen King, tem o preço de 22,2 euros.

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Bertrand Editora

“A conspiração do Kremlin”

Uma série de atentados bombistas em Moscovo abala o país no final dos anos 1990. O governo russo atribui a responsabilidade aos terroristas chechenos. Oleg Kraskin, um jovem e perspicaz advogado apaixonado pela filha do presidente, não tem motivos para duvidar. Quando entra para a Primeira Família da Rússia e para o gabinete pessoal do presidente, não faz a mais pequena ideia de como esses atentados vão modificar o curso dos acontecimentos mundiais. Nem do papel que ele próprio virá a desempenhar.

Após os atentados terroristas contra as Torres Gémeas e o Pentágono Marcus Ryker alista-se nos fuzileiros navais e é enviado para o Afeganistão. Tempos depois, entra para o Serviço Secreto dos Estados Unidos e ascende ao corpo de elite. É o emprego dos seus sonhos, até ao momento em que um trágico acidente o faz repensar as suas prioridades.

Quando os caminhos de Marcus e Oleg se cruzam, o mundo está na iminência de mudar de forma irremediável. O presidente da Rússia está determinado a restaurar a grandeza do seu país e não se deterá perante nada para o conseguir, nem sequer a ameaça de uma guerra nuclear. Marcus tem agora de decidir: será legítimo assassinar um líder mundial se tal evitar um genocídio?

“A conspiração do Kremlin” (edição Clube do Autor), de Joel C. Rosenberg, tem o preço de 19,9 euros (disponível a partir de 11 de janeiro).

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Clube do Autor

“O coelho um pouco valente”

 O Lucas é um coelhinho tímido que está prestes a descobrir o quão valente é. Está mais do que na altura de sair da toca, mas ele não quer. Sabe que lá fora há todo um mundo incrível, e a sua amiga Luna bem que o convida, mas ele recusa sempre, e ela acaba por se zangar. Então, o Lucas fica muito preocupado. Se ao menos conseguisse reunir coragem suficiente para sair… seriam amigos como dantes.

“O coelho um pouco valente”, da premiada ilustradora britânica Nicola Kinnear, é um divertido conto que aborda as temáticas da autonomia e da coragem, ensinando aos mais novos que somos bem mais valentes do que pensamos. Uma história reconfortante sobre aprender a superar os medos.

“O coelho um pouco valente” (Bertrand Editora), de Nicola Kinnear, tem o preço de 13,9 euros.

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Bertrand Editora

“A culpa não é minha!”

Adele é uma menina muito pouco convencional, com um sarcasmo inacreditável e uma criatividade infinita: a heroína dos novos tempos. Sem cerimónias, com piadas secas e muito humor negro, assume as suas diferenças e personifica algumas das dificuldades de integração que as crianças sentem, normais da idade e do desenvolvimento, ajudando-as na descoberta da sua identidade e na descoberta do mundo.

Neste título, “A culpa não é minha!”, o terceiro da coleção, surge uma personagem nova: Fizz, um simples hamster. Ou talvez não… Isto é, nem o Fizz é simples, nem a Adele o vê como um hamster. Para ela, o Fizz é um urso feroz! Ou seja, é um animal encantador! Como ela lhe anuncia: “Fizz, acho que os meus leitores já estão preparados para te conhecer!”.

“A culpa não é minha!” (Bertrand Editora), de Antoine Dole e Miss Prickly, tem o preço de 10,9 euros.

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Bertrand Editora

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