A iniciativa no Amoreiras Shopping Center dá-se no âmbito da exposição “Ai Weiwei – Rapture”, a maior de sempre realizada na Europa, com 4000 m2 de área expositiva. O artista exibe, pela primeira vez, as suas obras mais icónicas num mesmo espaço, incluindo novas peças produzidas em Portugal. A exposição “Ai Weiwei – Rapture” estará em exibição na Cordoaria Nacional até 28 de novembro.

Já a experiência imersiva, que pode ser visitada de 9 de junho a 4 de julho, encontra-se no piso 1 do Amoreiras, junto à escadaria central. Ao aceitar o convite para participar nesta experiência, os visitantes poderão descobrir o seu signo chinês e a simbologia de cada um dos 12 animais do Zodíaco Chinês, que integram uma das obras mais icónicas de “Ai Weiwei: Circle of Animals / Zodiac Heads”.

Os visitantes podem ainda participar num passatempo e habilitar-se a ganhar bilhetes para a exposição “Ai Weiwei – Rapture”, na Cordoaria Nacional.

“Circle of Animals / Zodiac Heads” é uma reformulação dos 12 animais do Zodíaco Chinês, e refere-se a um episódio sombrio na relação da China com o Ocidente: a Segunda Guerra do Ópio e a destruição pelas tropas ocidentais de Yuanming Yuan (o Antigo Palácio de Verão em Pequim), em 1860. A obra levanta questões sobre pilhagem internacional, a natureza do património cultural, bem como a relação da China contemporânea com a sua própria história. Esta obra pode ser apreciada ao vivo naquela que é a primeira exposição do artista em nome individual realizada no nosso país.

Ai Weiwei é um artista e ativista dissidente chinês, mundialmente reconhecido como um dos mais influentes, interventivos e criativos nomes da arte contemporânea.

É um símbolo da resistência à opressão e defensor dos direitos civis e da liberdade de expressão, com uma vasta produção artística que marcou essa luta nas últimas décadas. É também um articulador das raízes culturais mais profundas da humanidade, em especial das tradições e iconografia chinesas, perdidas ou esquecidas desde a Revolução Cultural iniciada por Mao Tsé-Tung (1966 – 1976). Essa dimensão mais fantástica, mística e espiritual é um elemento forte, embora menos notório na sua obra. A pesquisa de materiais, técnicas e simbologias de outros tempos é um trabalho de arqueologia cultural que faz parte da sua busca pela identidade que a China perdeu e atualmente sofre pela desconexão com as suas raízes.

Aqui encontra mais informações sobre a exposição “Ai Weiwei – Rapture” e compra de bilhetes.

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