A mudança de casa pode ser um período de stresse. Em especial, quando é a primeira vez que alguém o faz, nomeadamente jovens que escolhem morar sozinhos. As decisões a tomar são muitas e os custos ainda mais, mas as escolhas podem ser simplificadas e, ainda, amigas do ambiente.

É com esta ideia em mente que o Back Market, a empresa de aparelhos eletrónicos recondicionados, partilha sugestões de dispositivos eletrónicos que sabe serem necessários na mudança para uma casa nova, e que podem ser adquiridos em perfeitas condições de utilização, mas mais baratos e de forma mais sustentável, quando são recondicionados.

1. Eletrodomésticos

Há eletrodomésticos indispensáveis de adquirir quando se começa a viver sozinho, nomeadamente para a cozinha ou dispositivos de limpeza. São exemplo os micro-ondas, as máquinas de café e os aspiradores.

Estes aparelhos, quando adquiridos recondicionados, têm valores mais baixos do que aqueles que apresentam quando novos.

2. Entretenimento

A mudança de casa pode implicar mais tempo sozinho e um maior consumo de diversas formas de entretenimento. Também as televisões, consolas e os respetivos jogos e acessórios e projetores podem ser encontrados recondicionados para que o serão nunca seja aborrecido, mas para que o entretenimento e hobbies que recorrem a aparelhos eletrónicos tenham também menor impacto no ambiente.

3. Teletrabalho

Os modelos de trabalho híbridos ou remotos ganharam destaque nos últimos anos e a expetativa é que continuem daqui para a frente. Para que se crie um espaço de trabalho confortável em casa poderá ser necessário adquirir portáteis, monitores, auscultadores, ratos e muitos outros acessórios tecnológicos.

Os custos que lhe estão associados – monetários e ambientais - podem também ser reduzidos quando se opta por dispositivos recondicionados.

O impacto do digital nas emissões globais de CO2, neste momento, concentra-se nos 4%, sendo que metade deste valor está associado à produção de aparelhos digitais. Na outra ponta do processo está o lixo eletrónico, decorrente do descarte frequente de produtos para arranjar “espaço” para os mais recentes.

Os números de 2019, apontam para um total de 53,6 milhões de toneladas de lixo eletrónico produzidas anualmente em todo o mundo - número que aumentou 21% em 5 anos e continua a aumentar a uma taxa de 3% todos os anos.

As escolhas que alguém faz ao mudar de casa não precisam de contribuir para estes números, podendo até ajudar a combatê-los numa altura em que a aplicação de custos tem de ser gerida cautelosamente.

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