Esta terça-feira (9), o Prémio Gulbenkian para a Humanidade foi entregue ao Pacto Global dos Autarcas para o Clima e Energia. A cerimónia decorreu em Glasgow, durante a cimeira do clima COP 26.

Entre as muitas organizações que primam por boas práticas ambientais, o Pacto Global acabou por se destacar. Depois de mobilizar mais de 10 mil cidades e governos municipais para as alterações climáticas, o projeto continua a construir pontes para concretizar uma visão ambientalista, focada no poder local.

O valor monetário de 1 milhão de euros atribuído à iniciativa irá financiar vários projetos, a desenvolver na África Subsariana. Redes de fornecimento de água potável em cinco cidades do Senegal e a implantação de soluções de eficiência energética nos Camarões são apenas alguns dos objetivos a cumprir.

“O prémio foi dado com a convicção de que este Pacto representa o compromisso de mais de 10 mil autarcas de todo o mundo e que representam entidades que criam soluções para esta crise global a partir de decisões ao nível local”, afirmou ao Expresso Miguel Bastos Araújo, presidente do Grande Júri do Prémio.

O Prémio Gulbenkian para a Humanidade é atribuído anualmente e distingue pessoas ou organizações que contribuam de forma significativa para o combate às alterações climáticas. Em 2020, a ativista sueca Greta Thunberg levou para casa a distinção, posteriormente repartida por diversos projetos ambientais e humanitários.

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