“A determinação da China em participar ativamente no governo do clima mundial não vai recuar nem muito menos mudar”, declarou o enviado chinês, Xie Zhenhua, após a cimeira de líderes, realizada na 27.ª Conferência das Partes (COP27) da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que decorre em Sharm el-Sheikh.

O aumento da tensão entre EUA e China, os dois primeiros poluidores mundiais, criou receios quanto à dinâmica da luta contra o aquecimento global.

Na segunda-feira, o secretário-geral da ONU, António Guterres, tinha-lhes apelado a quem assumissem a sua “responsabilidade particular”.

Hoje, Xie afirmou: “Este ano, os eventos meteorológicos extremos foram frequentes, com graves prejuízos em números continentes do mundo. As crises energética e alimentar atingiram o mundo, uma após outra, e o processo da ação climática está confrontado com numerosos desafios”.

Aqui salientou que, “a este propósito, o multilateralismo, a solidariedade e a cooperação sempre foram a solução para as dificuldades”.

Elogiou ainda as ações da China contra o aquecimento global, evocando a baixa contínua dos preços dos painéis solares, o seu lugar de primeiro construtor de veículos elétricos ou a baixa de metade, desde 2005, da intensidade das emissões relacionadas com o produto interno bruto.

Antes, o enviado dos EUA, John Kerry, tinha assegurado que o presidente Joe Biden iria manter o empenho na luta contra as alterações climáticas, qualquer que fosse o resultado das eleições de hoje nos EUA.

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