Mais de meio milhão de portugueses tem um perfil metabólico lento.

Uma equipa da Universidade de Coimbra analisou amostras de sangue de 300 voluntários adultos portugueses e extrapolou os resultados com base nos Censos 2011.

O objetivo foi perceber a influência das características genéticas individuais na eficácia dos medicamentos consumidos e no surgimentos de efeitos tóxicos.

Qual o pressuposto?

A resposta terapêutica depende do modo como o organismo processa os fármacos: se é muito lento, acumula-se e podem gerar efeitos indesejáveis. Se é muito rápido, são degradados, influenciando igualmente a resposta terapêutica.

O que de descobriram?

Há quatro perfis de matabolização, os ultrarrápidos, muito lentos, extensivos e intermédios. Mais de 665 mil portugueses têm o lento e 496 mil e 422 o ultrarrápido.

O que estudaram?

As alterações genéticas do gene CYP2D6, que entra na metabolização de 25 por cento dos fármacos usados para tratar doenças neuropsiquiátricas (incluindo a depressão e as toxicodependências), como antidepressivos, analgésicos e opioides.

Quais os objetivos deste estudo?

Os resultados podem contribuir para que, no futuro, seja possível adequar a medicação e as doses prescritas ao perfil de cada doente, melhorando a segurança dos medicamentos.

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