Baseando-se em informações retiradas do "Relatório global da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre tendências na prevalência do uso de tabaco entre 2000/2025", a Associação Portuguesa da Luta Contra o Cancro do Pulmão - Pulmonale, procura, desta forma, associar a campanha lançada em 2019, "A esperança não para de crescer" ao "sonho de derrotar o cancro do pulmão" que domina a promoção em 2020.

À Lusa, a presidente da associação, Isabel Magalhães, explicou que no âmbito da campanha foi produzido um vídeo que pretende "ajudar a formar consciências, também, naqueles que estão em fase de tratamento".

"Ao doente com cancro de pulmão, quando está em tratamento e é fumador, colocam-se sempre dois cenários: achar que não vale a pena deixar de fumar, pois já está doente, e os tratamentos não terão a mesma eficácia, ou parar de fumar para fazer o tratamento, aumentando a eficácia das terapêuticas".

No vídeo, que passará nas redes sociais da associação a partir do último dia de maio, a Pulmonale retirou algumas das conclusões do relatório da OMS, nomeadamente de que o "tabaco é responsável por 90% dos casos de cancro do pulmão" no mundo, que "até 2000 o tabaco foi responsável por cinco milhões de mortes" e que "por cada cigarro que se fuma encurta-se a vida em sete minutos".

E num contexto em que, segundo a OMS, "1/5 da população mundial fuma", a Pulmonale quis também mostrar outros números desse relatório mencionando "que até 2025 estima-se que o hábito de fumar baixe 30% em relação a 2010" e que "em 2018 diminui pela primeira vez o número de homens que fuma, ou seja, menos 1.093 milhões" e que o hábito "está a diminuir em 116 países".

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