A COESO, a maior rede nacional de médicos oftalmologistas, já tem uma aplicação, que ajuda os portugueses a conseguir a sua consulta de oftalmologia quando e onde quiserem. Criada pela Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO) de olhos postos na defesa da saúde ocular dos portugueses, a COESO pretende dar resposta a vários problemas que afetam a classe dos médicos oftalmologistas e contribuir para a melhoria dos cuidados primários de saúde em oftalmologia.

Disponível para Android e iOS, a ‘app’, gratuita, promove a consulta de proximidade, tornando possível encontrar um médico especialista na localidade ou concelho em que este se encontra, informando sobre horários, preços, convenções etc. O utente encontra o perfil de vários médicos e os consultórios mais próximos e, depois de feita a escolha, pode fazer de imediato o pedido de marcação da consulta.

A ‘app’ disponibiliza ainda artigos sobre a saúde visual, indo ao encontro daquela que é também a missão da SPO, promover um maior esclarecimento da população no que respeita a problemas oculares.

"Um outro objetivo da COESO é indicar que quem trata da visão são os médicos oftalmologistas e não os técnicos de optometria autointitulados especialistas da visão", explica Fernando Falcão Reis, presidente da SPO.

"É por isso que, através da plataforma digital, se disponibiliza um diretório de médicos oftalmologistas. Os utilizadores da COESO podem ter a certeza que vão ser atendidos por um médico especialista", acrescenta o médico

Ainda a dar os primeiros passos, a COESO pretende contribuir para dar resposta ao problema da falta de acessibilidade a consultas de oftalmologia dentro e fora do universo do Serviço Nacional de Saúde. Através da ligação em rede dos consultórios existentes e incentivando a abertura de novos consultórios por parte dos médicos mais jovens em localidades mais remotas a COESO marcará presença em todo o território nacional.

Os grandes grupos hospitalares não estão interessados em investir em meios pequenos e o Ministério da Saúde não tem recursos humanos ou financeiros para o fazer, mas a COESO pode intervir positivamente. Sem abdicar de critérios de razoabilidade económica, será possível melhorar significativamente a acessibilidade das populações, nomeadamente as que vivem em locais mais afastados dos grandes centros urbanos”, esclarece o presidente da SPO.

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