"Os médicos perdem quase mais tempo a imprimir receitas do que a consultar utentes", afirmou à agência Lusa Nuno Granja, presidente da junta de freguesia, explicando que "as receitas são impressas e saem quase sempre ilegíveis", obrigando os médicos a voltar à prescrição manual sempre que o problema ocorre.

Na extensão de saúde de Carnota, onde os médicos existentes são apenas contratados por empresas de trabalho temporário, a não resolução definitiva do problema "é um desincentivo para a fixação de profissionais", alertou o autarca.

Contactada pela Lusa, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) reconheceu terem existido "problemas pontuais e acidentais", devido a "problemas informáticos e de rede", mas assegurou que estão resolvidos, com a substituição do equipamento informático.

Contudo, o autarca disse que, ainda na última sexta-feira, os problemas voltaram a ocorrer.

Já em 2012, a extensão de saúde esteve sem consultas também por falhas informáticas, que impediam não só a marcação de consultas, mas também a emissão das receitas médicas e do comprovativo de pagamento das taxas moderadoras.

Nesta extensão de saúde, existem 1.199 utentes dos 37.234 que o Centro de Saúde de Alenquer tem, estando em falta a colocação de um médico de família para substituir as 15 horas de consultas asseguradas por médicos prestadores de serviços.

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