9 de abril de 2013 - 16h45
A administração da vacina contra a tuberculose BCG está interrompida devido a incapacidade de fornecimento do laboratório, mas as crianças que não a receberam vão ser vacinadas assim que o abastecimento for retomado, disse a subdiretora geral da Saúde.
Graça Freitas explicou à agência Lusa que na origem desta falta, que se regista desde o início deste mês, está um problema de fabrico, no âmbito do controlo de qualidade a que esta vacina está sujeita.
Trata-se de uma vacina que é produzida no único laboratório que a produz e distribui para todos os países do espaço europeu, localizado na Dinamarca, e cuja produção é demorada e complexa.
Graça Freitas garante que a situação será resolvida e que todas as crianças nascidas desde a suspensão da administração da BCG vão receber esta vacina, devendo para tal ser convocadas pelos serviços onde nasceram.
A especialista em saúde pública assegurou ainda que esta interrupção não representa qualquer risco para a saúde pública e que este intervalo não significa que as crianças vão contrair tuberculose.
A vacina de Bacillus Calmette-Guérin (BCG) é administrada após o nascimento da criança, nomeadamente nas maternidades.
Lusa

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