A investigação foi publicada na prestigiada revista Nature Communications.

Por não conseguirem distinguir células cancerígenas de células saudáveis, as terapias anticancerígenas existentes sofrem de uma eficácia reduzida e possuem efeitos secundários recorrentes.

O novo método, descoberto pela equipa liderado por Gonçalo Bernardes, apresenta uma nova classe de compostos que garantem que o fármaco não seja libertado prematuramente de um anticorpo específico para as células cancerígenas na circulação sanguínea.

"Este novo método de ligação de fármacos muito tóxicos a anticorpos específicos contra células cancerígenas poderá tornar-se no método de eleição para a produção deste tipo de novas terapias, pois elimina a instabilidade e toxicidade adversa dos conjugados anticorpos-fármacos usados na clínica", explica Gonçalo Bernardes, responsável pela investigação, em comunicado.

Desta forma, o fármaco pode ser direcionado eficientemente para o tumor, permitindo assim aplicar esta promissora terapia com um maior nível de eficiência numa das patologias mais preocupantes da sociedade atual.

Veja isto: 17 sintomas de cancro que os portugueses ignoram

Saiba ainda: 10 coisas do dia a dia que causam cancro

Leia mais: Uma em cada seis mulheres com cancro de mama tem sintomas que não são um caroço

Newsletter

Receba o melhor do SAPO Lifestyle diariamente no seu email.

Notificações

Os temas mais inspiradores e atuais estão nas notificações do SAPO Lifestyle.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.