A organização, alarmada pela situação na América Latina, pede ao governo do Brasil que não intercete as encomendas "pelo menos durante a epidemia de Zika" e que facilite a sua entrega às mulheres que desejarem interromper a gravidez.

"O vírus Zika está a espalhar-se pela maioria dos países onde o aborto é muito restrito", comentou à agência de notícias France Presse Rebecca Gomperts, fundadora e diretora do Women on Web.

"Tememos que isso provoque um aumento dos abortos inseguros. Realmente preocupamo-nos com a saúde e com a vida das mulheres e queremos garantir que têm acesso a um bom aborto medicinal seguro", acrescentou Gomperts.

Na segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o vírus Zika é o principal suspeito da multiplicação de malformações congénitas na América Latina e declarou uma emergência de saúde mundial.

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