A maioria dos casos de infeção pelo vírus nos Estados Unidos são de pessoas que viajaram para as zonas mais infestadas pelos mosquitos que transmitem a doença.

Os fundos deverão ser usados para preparar melhor o país para o impacto da doença que se está a propagar muito rapidamente na América do Sul e Central, bem como em Porto Rico, que é um território norte-americano.

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Na semana passada, as autoridades americanas confirmaram o primeiro caso no país de transmissão do vírus por via sexual.

As autoridades temem especialmente que com a chegada da primavera e o verão, os mosquitos portadores do Zika consigam chegar aos estados meridionais dos Estados Unidos.

O continente americano é o que regista casos do vírus, sobretudo na sub-região da América do Sul, com mais de 1,5 milhões no Brasil e mais de 20.000 na Colômbia.

A Organização Mundial de Saúde considera que o recente aumento de casos de microcefalia e de desordens neurológicas em bebés na América Latina constitui uma emergência de saúde pública de alcance internacional, adiantando que existe uma forte suspeita de que o aumento daqueles casos seja causado pelo vírus Zika.

A microcefalia é um distúrbio de desenvolvimento fetal que resulta num perímetro do crânio infantil abaixo do normal, com consequências no desenvolvimento do bebé. O vírus Zika também é suspeito de causar a síndrome neurológica de Guillain-Barré, que pode causar uma paralisia definitiva.

Os sintomas e sinais clínicos da infeção pelo vírus, transmitida (de forma comprovada) aos seres humanos por picada de mosquitos infetados (na América Latina através do 'Aedes aegypti', também vetor de transmissão do vírus do Dengue, da febre Chikungunya e da Febre Amarela), são muito parecidos com os da gripe, provocando febre, erupções cutâneas, dores nas articulações, conjuntivite, dores de cabeça e musculares.

Geralmente, os sintomas começam a desaparecer quatro ou cinco dias depois. O período normal de incubação varia entre três a 12 dias.

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