A reabertura, que acaba com cinco semanas de confinamento parcial para as crianças, foi justificada por questões de saúde - as crianças parecem que não são tão afetadas pela COVID-19, escreve a agência de notícias France Presse - e deve facilitar o retorno ao trabalho dos pais.

Mas alguns responsáveis expressaram receio e apresentaram no Facebook a campanha "Meu filho não deve ser uma cobaia da COVID-19", assim como uma petição online que já reuniu mais de 28.000 assinaturas.

"Não há perigo em frequentar a creche", retorquiu a ministra da Educação, Guri Melby.

A reabertura dos estabelecimentos acontece com uma série de precauções, pois as crianças com menos de três anos devem ficar sob a responsabilidade de um adulto em grupos de três, enquanto aquelas de três a seis anos devem permanecer em grupos de seis, sem contacto com outros grupos.

Ao lado da Áustria e da Dinamarca, a Noruega é um dos primeiros países a flexibilizar as restrições adotadas em março.

A nível global, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 164 mil mortos e infetou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 525 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

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