10 de abril de 2013 - 12h03
Cerca de meia centena de farmácias já fecharam, 279 estão em processo de insolvência ou de penhora e 1600 estão com fornecimentos suspensos, adiantou na terça-feira, no Porto, o vice-presidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF), Paulo Duarte. 
 “Há farmácias à venda por um euro, há outras que quase não têm medicamentos, há colegas completamente desesperados”, comentou Paulo Duarte, o único candidato à presidência da ANF nas eleições marcadas para Maio. 
Desde 2005, o preço médio dos medicamentos baixou 25%. 
As farmácias devem 300 milhões de euros a grossistas e estes também estão com fornecimentos cortados na indústria farmacêutica, frisou o vice-presidente da ANF. “O circuito está todo em rutura”, acrescentou.
Os doentes também são prejudicados, salienta. “Vêem-se obrigados a ir a duas, três, quatro ou cinco farmácias para encontrarem os medicamentos de que necessitam”.
“Não é preciso continuar a cortar preços, é preciso sim gerir melhor”, defende. 
SAPO Saúde com Lusa

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