O número de casos aumentou para 37.011, indicou o Instituto Nacional de Saúde (INS) colombiano, no seu mais recente boletim, cujos dados remontam a 13 de fevereiro.

Numa semana, o INS detetou 5.456 novos casos.

O vírus está presente em 235 cidades da Colômbia, 44% no centro do país e 20,9% na zona caribenha.

O Zika, transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, provoca sintomas gripais benignos (febre, dor de cabeça, dores lombares), mas é também suspeito de, quando afeta mulheres grávidas, provocar uma grave malformação congénita do feto, a microcefalia (redução do perímetro craniano, nociva ao desenvolvimento intelectual).

Na Colômbia, onde o ministério da Saúde estabeleceu a relação entre o Zika e três mortes por Síndroma Guillain-Barré, as autoridades esperam mais de 600.000 pessoas infetadas pelo vírus, este ano, e cerca de 500 casos de microcefalia.

O Brasil, o país mais afetado, conta já mais de um milhão e meio de casos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a propagação do vírus a todo o continente americano, com exceção do Canadá e do Chile.

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