Em comunicado, o gabinete de imprensa da entidade responsável pelas unidades de saúde do distrito de Bragança esclarece que “na sequência da monitorização periódica efetuada regularmente à qualidade química e biológica da água, foi identificada na última avaliação, a 05 de fevereiro, na Unidade Hospitalar de Bragança, a presença de Legionella Pneumófila Serotipo 1”.

Face ao resultado da análise efetuada, acrescenta, “foram tomadas de imediato todas as medidas necessárias – e em conformidade com as orientações emanadas pela Direção Geral da Saúde – no sentido da erradicação daquele agente”.

As medidas, segundo ainda o esclarecimento visaram “a garantia da qualidade química e biológica da água e da segurança de todos os doentes internados naquela Unidade Hospitalar”.

A ULS Nordeste realça que “a par da rápida identificação e pronta atuação, a situação tem sido acompanhada pela Autoridade de Saúde Pública, em conjunto com técnicos especializados nesta matéria”.

“Não foram registados casos de doença”, sublinha ainda, no comunicado, acrescentando que “a situação encontra-se, de momento, regularizada, e salvaguardadas as garantias referidas”.

Em 2011, três doentes foram infetados e dois acabaram por morrer vítimas da bactéria detetada numa ala do quarto piso do edifício hospitalar.

Naquela ocasião também foi detetada a presença de Legionella Pneumophila na água do hospital de Bragança, que procedeu à desinfeção através da injeção de água a alto impacto nas canalizações e com cloro e lixívia.

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