A investigação das Atas da Academia Nacional de Ciências baseou-se no trabalho de 222 estudantes da Universidade de Virgínia e de outras regiões do país.

Os participantes tiveram de ler casos clínicos de pacientes negros e brancos e elaborar um ranking de dor de 1 a 10.

Além disso, tiveram de comentar falsos enunciados sobre as diferenças biológicas entre brancos e negros, como, por exemplo, que as terminações nervosas dos negros são menos sensíveis do que as dos brancos ou que o sangue dos negros demora menos tempo a coagular.

Em média, cerca de 12% dos participantes defenderam crenças erradas.

"Cerca de 50% indicou que pelo menos uma das falsas crenças era possível, provável, ou definitivamente certa", diz o estudo liderado por Kelly Hoffman, do Departamento de Psicologia da Universidade da Virgínia.

"Os resultados demonstraram que as crenças sobre as diferenças biológicas entre brancos e negros, algumas provenientes da época da escravidão, estão associadas à percepção de que as pessoas negras sofrem menos dor do que as pessoas brancas, o que resulta em tratamentos inadequados para os pacientes negros", conclui o estudo.

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