O estudo liderado por Seth Kalichman da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, baseou-se em sondagens anónimas durante o festival Gay Pride de Atlanta em 1997, 2005, 2006 e 2015. Durante as quatro edições do evento, foram questionados cerca de 1.800 homens, sendo que 81% a 97% deles eram brancos.

Os homens questionados em 2015 que garantiram não estar infetados com VIH/SIDA apresentavam maior propensão para ter sexo sem preservativo, em comparação com os indivíduos questionados no mesmo festival em edições de 1997 e 2006.

Em 1997, 43% dos homens saudáveis afirmaram ter tido sexo sem preservativo nos últimos seis meses. Em 2015, essa percentagem subiu para 61%.

O número de homens que afirmou ter tido sexo sem proteção com dois ou mais parceiros era de 9% em 1997. Em 2015 esse número aumentou para um terço dos entrevistados.

Relativamente aos homens que tinham sido infetados com VIH/SIDA ( entre 14% a 17% dos questionados), 25% dizia ter tido sexo sem usar preservativo em 1997, uma percentagem que subiu para 67% em 2015. Os homens que tinham tido sexo sem proteção com dois ou mais parceiros totalizavam 9% em 1997, tendo esse número subido para 52% em 2015.

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