Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas no final da décima reunião entre especialistas e políticos sobre a evolução da covid-19 em Portugal, no Infarmed, em Lisboa.

“Foi apresentado um estudo que parece demonstrar que não há ligação entre o transporte ferroviário, isto é, por comboio, as linhas no quadro desta região, e o surto pandémico. É um dado novo que não era conhecido, mas que foi estudado de forma quantificada”, afirmou.

O chefe de Estado referiu que “a região de Lisboa e Vale do Tejo mereceu uma atenção particular” nesta sessão e, no retrato dessa situação, foi assinalado “o peso que veio a ganhar ao longo das últimas semanas” a população que tem entre 20 e 30 anos.

Segundo Presidente da República, os especialistas consideram “que a coabitação é o fator mais importante em termos de explicação causal dos surtos surgidos, logo seguida da convivência social, que tem vindo a ganhar importância”.

No que respeita ao transporte ferroviário, Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que o estudo apresentado mostra que “linhas que à partida se consideraria de risco maior” para a propagação da doença representam afinal um risco “escassíssimo” e não constituem “um fator causal determinante ou decisivo”.

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