Esta ideia original surgiu há anos na mente de um dos falcoeiros do parque, a partir da observação dessas aves, explicou à agência de notícias France Presse o diretor do parque dedicado à história francesa, Nicolas de Villiers.

A espécie escolhida para esta tarefa "é um pássaro particularmente inteligente, que, quando se encontra em ambiente afetivo, comunica com os humanos e estabelece uma relação com estes através de jogos", explicou.

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Como funciona?

Christophe Gaborit, especialista no adestramento de aves de rapina, fabricou uma pequena caixa dividida ao meio.

"De um lado, colocou alguns petiscos, que os corvos adoram, e deixou o outro lado vazio, para que as aves pudessem colocar ali as beatas e outros pequenos dejetos", conta De Villiers.

Quando os corvos depositavam um objeto na caixa, um mecanismo providencia um petisco. "Eles aprenderam muito rápido", acrescentou entre risos.

"Mas o objetivo não é simplesmente limpar", assevera.

"Os visitantes são, no geral, cuidadosos, no entanto pretendemos realizar uma ação pedagógica e mostrar que a natureza nos pode mostrar como cuidar do meio ambiente", assinalou.

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