Segundo a PJ, foram realizadas nove buscas domiciliárias e duas a clínicas privadas para confirmar "a eventual prática dos crimes de burla qualificada, falsificação de documento e de atestado falso".

A operação, da responsabilidade da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da PJ, contou com a colaboração do Ministério Saúde.

O inquérito em causa corre termos no Departamento de Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) e está relacionado com o combate à fraude no SNS, nomeadamente, emissão de atestados médicos falsos e prescrição de receituário comparticipado a 100% para aquisição de hormonas de crescimento.

Além da detenção do profissional de saúde em flagrante delito, a PJ apreendeu diverso material relacionado com a prática da atividade criminosa, nomeadamente, medicamentos que tinham sido comparticipados de forma fraudulenta.

"A investigação prossegue no sentido de determinar, com rigor, todas as condutas criminosas e o seu alcance, bem como apurar o total do prejuízo causado ao Estado Português", escreve a PJ, acrescentando que nesta ação contou igualmente com a colaboração do Infarmed.

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